“O fim do Direito não é abolir nem restringir, mas preservar e ampliar a liberdade”
“A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça por toda parte”
“Interpretar a lei é revelar o pensamento, que anima as suas palavras”

Consulta Processual

Insira seu usuário e senha para acesso à movimentação do seu processo

Newsletter

Previsão do tempo

Segunda-feira - Petrol...

Máx
36ºC
Min
24ºC
Parcialmente Nublado

Terça-feira - Petrol...

Máx
35ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Quarta-feira - Petrol...

Máx
35ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Quinta-feira - Petrol...

Máx
36ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Webmail corporativo

Espaço funcional - Destinado apenas para os colaboradores

Declaração de Lula sobre senadores complica relação pré-sabatina de Messias

Declaração de Lula sobre senadores complica relação pré-sabatina de Messias A declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de que senadores “pensam que são Deus” complicou a relação do governo com o Senado Federal em um momento que antecede a sabatina de Jorge Messias – seu indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista dada nesta quarta-feira (1º), Lula falou sobre a necessidade de ampliar a governabilidade no Congresso. "Um senador com mandato de oito anos pensa que é Deus. E ele pode criar muito problema se você não tiver uma base de sustentação dentro do Senado", afirmou o presidente durante entrevista ao Grupo Cidade de Comunicação, no Ceará. Caso seja aprovado, também precisa ter o aval do plenário da casa, onde necessita de maioria absoluta dos 81 - ou seja, pelo menos 41 votos a favor. As duas votações são secretas. A situação de Messias já não era fácil para o governo, que foi indicado a contragosto do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que defendia o nome do aliado e ex-presidente da Casa Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o cargo. Pelo clima desfavorável a Messias, o Palácio do Planalto aguardou mais de quatro meses para oficializar a mensagem com a sua indicação ao Senado, algo que foi feito apenas nesta quarta-feira (1º), mesmo dia em que Lula deu a declaração durante uma entrevista. “Senador pode até pensar [que é Deus], mas o presidente se acha [Deus]”, critica o senador Angelo Coronel (Republicanos-BA), que deixou recentemente a base governista. 1 de 1 Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e presidente do Senado, Davi Alcolumbre — Foto: Ricardo Stuckert / PR Diante do cenário, senadores da base admitem que a situação “não ajuda”, mas insistem que, neste momento, Messias já teria os votos suficientes para ser aprovado. Um senador da base governista disse que “eles [os senadores] sabem que o que ele [Lula] disse é verdade”, mas outros parlamentares acreditam que dizer isso publicamente “pode soar uma provocação” a Alcolumbre. Embora ministros palacianos digam, sob reserva, que o presidente Lula conversou com Alcolumbre no início da semana para comunicar que a indicação seria enviada ao Congresso, interlocutores do presidente do Senado dizem que ele soube pela imprensa a data do envio da mensagem. A avaliação do entorno de Alcolumbre é que se esperou tanto para oficializar a indicação e, mais uma vez, o governo “fez uma “trapalhada”. Aliados do presidente do Senado têm dito que ele não fez promessas, nem estabeleceu calendário para a tramitação. Isso poderia atrasar o cronograma desejado pelo Planalto, que quer resolver a votação o quanto antes para evitar que o período eleitoral contamine o debate. Citam, inclusive, uma reunião entre o presidente Lula e integrantes do MDB - como o líder do partido no Senado, Eduardo Braga (AM), o senador Renan Calheiros (AL), o deputado Isnaldo Bulhões (AL), líder na Câmara, além dos agora ex-ministros Renan Filho (Transportes) e Helder Barbalho (Cidades). A vaga no Supremo foi um dos assuntos tratados e, segundo interlocutores, Braga teria motivado o presidente a encaminhar a mensagem ao Senado para “tirar a bola do seu colo e passar a bola para o colo no Congresso”. O movimento é significativo já que, no fim do ano passado, a bancada do MDB tinha resistências internas ao nome de Messias. Ao g1, o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), disse que dará celeridade à sabatina, assim que Alcolumbre despachar o caso para a comissão.
02/04/2026 (00:00)

Contate-nos

Fabiano Oliveira Advogados

Av. Dom Pedro II  272
-  Centro
 -  Petrolândia / PE
-  CEP: 56460-000
+55 (87) 3851-0646
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia