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USP aposta em ‘fábricas de bolso’ para colocar o Brasil no mapa dos semicondutores

USP investe em construção de fábricas de chips semicondutores A Universidade de São Paulo está investindo na construção de fábricas de chips semicondutores no Brasil. A ideia é criar um modelo que possa ser replicado em outras regiões do país e assim diminuir a dependência de importados. Eles são o cérebro da vida moderna. Componentes minúsculos que estão em tudo: do eletrodoméstico na cozinha ao carro na garagem. Mas, por aqui, esses cérebros eletrônicos sempre falaram outra língua: vêm principalmente da China e de Taiwan. A nossa indústria vive sob risco: qualquer turbulência lá fora corta o fornecimento, paralisa montadoras e empurra os preços de veículos e aparelhos para o alto, como aconteceu na pandemia. Se o chip que faz o telefone funcionar cabe aqui dentro, os pesquisadores decidiram apostar numa fábrica que também não é um gigante de concreto. A Pocket-Fab ou fábrica de bolso em português, terá apenas 150 metros quadrados. Praticamente o tamanho do laboratório mostrado na reportagem. É um modelo portátil, pronto para ser levado para onde a demanda surgir. O coordenador da Pocket-Fab diz que este é um projeto estratégico para o país. "Nós temos terra rara, nós temos materiais críticos, nós temos água, nós temos energia, nós temos demanda, nós temos talentos. Então, todos os ingredientes para que essa indústria se viabilize, nós temos, e nós investimos.", diz Marcelo Zuffo, professor da USP e autor do projeto da Pocket-Fab. Para tirar a primeira Pocket-Fab do papel, a USP investiu R$ 89 milhões. Os planos são produzir 60 milhões de chips por ano e o objetivo é construir dez polos semelhantes por todo o país. A Federação das Indústrias de São Paulo e o Senai são parceiros no projeto, vão trazer a necessidade do mercado para as Pocket-Fabs. "Conhecendo a demanda da indústria, nós vamos poder otimizar os processos dos componentes que o Brasil precisa e componentes que eventualmente a gente vai exportar. Então, com essa união da USP com as cabeças, o Senai trazendo a demanda da indústria junto com a Fiesp, a gente vai ter o ecossistema inteiro para produção de semicondutores no Brasil, e essa é a nossa grande crença", revela Wildon Cardoso, assessor tecnológico do Senai-SP. Dentro de uma peça quase invisível a olho nu, o país encontrou um novo horizonte. Mais do que produzir tecnologia, o Brasil está desenhando a própria autonomia. "Ter a oportunidade de, de propor um projeto desses e, e ver que vários entes da sociedade estão apoiando, é algo que mostra que o Brasil chegou num outro patamar de, de maturidade. Eu torço que dê muito certo", diz Zuffo. LEIA TAMBÉM Empresário é procurado pela PF por suspeita de comprar dados sigilosos da esposa de Moraes
04/04/2026 (00:00)

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